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Mais privacidade para pesquisar
Se você acessa a internet da empresa onde trabalha ou de lugares públicos, certamente existe a grande possibilidade de alguém estar de olho nos termos que você pesquisa. Mesmo acessando a rede de casa, todo conteúdo que você acessa acaba sendo registrado pelo provedor de acesso ou mesmo por vírus espiões (spywares), caso a sua máquina esteja infectada.
Utilizando a pesquisa Google SSL, você pode ter uma conexão segura entre o seu computador e o Google. Este canal criptografado protege os termos da sua pesquisa e impede que suas páginas de resultados sejam interceptadas por terceiros. Isto proporciona uma experiência de busca mais privativa e segura.

A conexão SSL é a mesma utilizada por bancos e sites de compras online, sendo homologada através de um certificado digital fornecido por uma empresa de segurança.
Para utilizar a pesquisa SSL, basta adicionar o "s" ao http sempre que for fazer uma pesquisa segura: https://www.google.com.
Validação para o Office 2003/2007
Primeiramente, como uma forma de evitarmos problemas com grandes empresas de desenvolvimento de software, não utilizaremos neste post expressões diretas que associem este conteúdo a habilitação de programas pagos de forma não autorizada. Tio Google está sempre monitorando e o Tio Ballmer está sempre assistindo.
O método discutido em questão se mostrou eficaz em remover travas e operacionalizar de forma definitiva o uso do Pacote de Escritório, tanto para a versão 2003, quanto 2007.
Instruções:
1. Certifique-se que o Pacote de Escritório está instalado corretamente e utilizando qualquer chave inicial. Caso você não possua uma chave, procure no Google, você encontrará milhares.
2. Faça o download do programa de habilitação, mas antes desative qualquer tipo de proteção antivírus, spyware ou o programa será barrado pelo mesmo. O pacote possui um instalador que substitui arquivos de verificação do sistema, por isso é considerado como nocivo, mas não apresenta perigo algum, pode instalar sem medo.
3. Execute o programa e esta tela será exibida, pressione qualquer tecla para continuar.
4. Em seguida, não se assuste! O programa irá abrir aquele navegador de qualidade duvidosa e requisitar a instalação de uma ferramenta que testa se o seu pacote de escritório não é, digamos, ilícito. Execute o complemento e siga todas as instruções da página até o término da comprovação. Neste momento o navegador irá instalar os componentes que logo depois serão modificados pelo nosso programinha de habilitação.
5. O programa irá requisitar que o navegador seja fechado para continuar e fará as modificações necessárias para habilitação.
Pronto! O seu Pacote de Escritório se encontra habilitado, sem nenhum tipo de restrição e apto a receber atualizações.
O método em questão já circula faz um tempo e está sempre em constante atualização. Já existem até versões mais atualizadas na página do seu desenvolvedor. A versão utilizada nesta dica já foi testada e por isso é recomendada, mas quem se habilitar a utilizar as novas versões disponíveis, por favor, publique o resultado nos comentários.
11 milhões de visitantes
Ao abrir o blog hoje pela manhã tomei um susto ao descobrir que o site estava fora do ar. Na página de erro do servidor pairava a mensagem: bandwidth limit exceeded, ou seja, a quantidade de dados gerada pelo grande número de acessos ao site havia feito com que a quantidade de banda mensal contrada junto ao provedor fosse esgotada, cerca de 50GB em menos de 30 dias.
Entrei em contato com o eficiente pessoal do Zimbahost e aumentamos a quantidade de banda disponível para acesso dos usuários, resolvendo o problema.
Desde que o blog saiu da hospedagem gratuita do WordPress e mudamos para um host próprio em outubro do ano passado, o blog registra 11 milhões de acessos com uma média diária de 55 mil pageviews por dia.
Muto obrigado a todos que sempre dão uma passadinha por aqui, mesmo que só de vez em quando. Cliquem nos anúncios do Google e ajudem um pobre blogueiro falido a comprar uma casa na praia e um MacBook Pro.
Envie fax gratuitamente pela internet
Se hoje em dia o email é o primo moderno da comunicação, existem ainda muitas pessoas/empresas que utilizam o fax como um modo de troca de informações e documentos.
Através do serviço gratuito MyFax é possível enviar um fax diretamente do navegador, disparando arquivos Word (.doc), Powerpoint, PDF, TIF, GIF, JPEG ou simplesmente uma mensagem digitada diretamente na página, como um telegrama, desde que o arquivo não exceda 10 páginas ou o máximo de 10MB.
Alguma vez você precisou pedir o "sinal de email" antes de enviar uma mensagem? Pois é, o fax tem suas desvantagens.




A OI Velox está de olho em você
Li essa semana uma matéria na Revista Época sobre a adoção de um software de vigilância pelo provedor Oi Velox. Como um usuário do serviço e cidadão consciente dos meus direitos, resolvi publicar a matéria no blog para que um número maior de usuários deste provedor estejam cientes de que podem estar sendo vigiados.
A sequência acima, de rastreamento da navegação na internet, descreve o serviço oferecido pela empresa inglesa Phorm. Ela está chegando ao Brasil. Seu principal cliente aqui é o provedor de internet Velox, serviço oferecido no Rio de Janeiro pela operadora de telecomunicações Oi. A Oi está testando aqui uma versão do programa da Phorm chamada Navegador. É uma tecnologia que está longe de ser aceita no mundo. Desde 2002, quando foi criada pela Phorm, ela tem gerado controvérsia internacional e levantado preocupações em grupos ligados à defesa dos direitos civis na internet. Essas resistências dificultaram sua adoção nos Estados Unidos e na Europa. Há o temor de que as informações pessoais sejam usadas de forma indevida. É evidente que uma empresa telefônica não pode grampear suas linhas. Por que, afinal, seu provedor de internet teria direito de saber o que você faz na rede? Um programa espião ameaça nossa liberdade?
Sua chegada foi discreta no Brasil. A primeira rodada de testes com o Navegador foi anunciada em março pela Oi, dona do provedor de banda larga Velox e do portal iG. De acordo com a Oi, ele começou a ser oferecido a internautas do Rio de Janeiro. A intenção da Oi é expandir aos usuários de todo o Estado até o final de 2010. O Navegador é um rastreador remoto (não fica instalado na máquina do usuário) dos passos que um internauta dá na rede. No início dos testes, Oi e Phorm anunciaram uma parceria com os portais Terra, UOL e Estadão. Procurada por ÉPOCA, a assessoria do Grupo Estado afirmou que “a parceria nunca existiu e o nome da empresa foi usado à revelia”. A Oi confirmou a parceria com UOL e Terra.
O objetivo do Navegador é detectar as preferências de quem navega na rede. A promessa da Oi é oferecer ao usuário uma navegação personalizada. Quem é torcedor do Flamengo passaria a ter automaticamente na tela do computador mais informações sobre o time. “Uma página será apresentada aos clientes para que decidam se desejam ativar a ferramenta”, diz a Oi. “A escolha e decisão é do cliente.” Oi e Phorm também afirmam que a tecnologia do rastreador traça o perfil dos usuários sem identificá-los. Isso seria possível graças a um recurso técnico. Assim que um internauta se conecta à web, imediatamente o Navegador associa a ele um número aleatório. É esse número interno – e não um nome público ou um endereço fixo na internet (conhecido tecnicamente como IP) – que a Phorm usa no rastreamento. “Nenhum dado pessoal, histórico de navegação ou endereço IP é armazenado pela ferramenta”, informou a Oi. “O sistema não rastreia e-mails, salas de bate-papo e páginas seguras, como sites de banco.”
O programa da Phorm também permite que o provedor de acesso mostre, a cada usuário, anúncios específicos, de acordo com seus interesses pessoais. Sites que tenham acordo com o provedor poderiam vender anúncios prometendo veiculá-los a internautas cujo perfil fosse mais interessante ao anunciante. Tal sistema é apresentado como um modo de aumentar a receita de provedores e sites de conteúdo. Só que, além de invasivo, ele pode representar uma concentração de poder nas mãos de uma empresa cuja missão deveria ser prover acesso de forma indistinta – sem discriminar o conteúdo ou publicidade que trafega em sua rede. Numa comparação com outro setor, a situação seria equivalente a uma empresa de eletricidade receber dinheiro cada vez que você ligasse uma determinada marca de eletrodoméstico na tomada.
Fonte: Revista Época.