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Google City, fazemos tudo pela sua conexão…
No mês passado, o Google anunciou planos de vender acesso a internet com incríveis 1giga de velocidade por segundo via fibra ótica para alguns consumidores. O plano seria um teste inicial e aconteceria em 50.000 residências, mas não foi especificado onde seriam feito estes testes.
O prefeito de uma cidade dos Estados Unidos chamada Topeka, capital do estado do Kansas assinou uma proclamação alterando o nome da cidade por uma semana para "Google, Kansas" ou "Google City". O devaneio do prefeito se baseia no fato de sua administração estar de olho nos testes que o Google deseja realizar com a nova conexão e tentar chamar a atenção da empresa, pra que os testes sejam feitos na cidade.
Advogados disseram que o prefeito e o conselho municipal não podem mudar o nome da cidade e depois simplesmente retornar ao nome original. O decreto ainda pede que os moradores chamem a cidade por uma semana de Google City.
Embora esta seja uma maneira idiota para chamar a atenção do Google, o benefício poderia ser enorme. A fibra 1GB/s é aproximadamente 100 vezes mais rápida do que a maioria das conexões usadas pelos americanos e milhares de vezes melhor que a usada pelos pobres brasileiros.
Ironicamente, esta não é a primeira vez que Topeka tentou fazer algo parecido. Em agosto de 1998, a cidade teve uma proclamação para mudar seu nome para "ToPikachu" devido ao lançamento oficial do jogo do Pokemon. A idéia de colocar "Pikachu" no meio do nome de alguma cidade brasileira certamente causaria grandes constrangimentos.
Você trocaria o nome da sua cidade por míseros 1GB/s?
Update no post:
Quase ia me esquecendo, testes com internet a 1GB/s não são novidade aqui no Brasil.
Fonte: Techcrunch
Marco Civil garante liberdade e privacidade na internet
O novo Marco Civil da Internet, que vem sendo elaborado pelo Ministério da Justiça e servirá de texto básico a um futuro projeto de lei do governo, não pode trazer algum tipo de restrição à liberdade na Internet. Esta foi a posição defendida por autoridades e ativistas em debate realizado nesta terça-feira, 26/01, no Campus Party, evento que acontece até o dia 31, na capital paulista. O direito à privacidade, por exemplo, foi defendido por todos os presentes.
No debate, o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Guilherme Almeida, coordenador do processo de elaboração dessa proposta – que ainda será encaminhada ao Congresso na forma de um anteprojeto de Lei – ressaltou que o governo não possui nenhuma intenção de criar mecanismos que possam vir a restringir a liberdade na rede.
"Estamos buscando com o Marco Civil trazer para o mundo do Direito, principios e valores que são inerentes para a Internet, ao invés de se criar outras formas de restrição", destacou.
Segundo ainda Guilherme Almeida, desde que foi criada há cerca de 15 anos, a Internet sempre funcionou bem e sem nenhuma regulamentação expressa. Porém assumiu que tem notado da parte do Poder Legislativo,um interesse e uma "sanha" de querer regulamentar a rede.
"É precisso que o Direito compreenda a Internet, mas que não seja com o intuito de criminalizar. Mas, sim, para criar uma cidadania digital. estamos criando um anteprojeto de lei que visa estipular direitos dos usuários e clareza maior para estabelecer deveres dos usuários, além de estabelecer diretrizes para ação do governo em inclusão digital", destacou.
Para o sociólogo e ex-presidentedo ITI, Sérgio Amadeu, nenhuma legisslação conseguirá acabar ou restringir com a liberdade na Internet. "A Internet não é ruim, tem de ter alguns acertos. É uma rede transacional baseada na liberdade. Nenhuma legislação, seja da China, do Irã ou do Brasil poderá tirar essa liberdade", sentenciou.
Ivo Corrêa, diretor de Relações governamentais do Google, destacou que o mais importante do novo Marco Civil da Internet será a capacidade de se definir regras claras para quem está na Web, em termos de participação.
Lembrou que empresas não-produtoras de conteúdo, que são "meros" intermediários na hospedagem de conteúdo, como subsidiárias do próprio Google, trabalham atualmente sem regras claras de como atuar no Brasil, "o que gera custos econômicos altíssimos", advertiu.
Para ele, sem essas regras, empresas correm o risco de terem de pagar a culpa de apenas estarem hospedando determinado conteúdo, como por exemplo, um vídeo, que não foi produzido por ela e, portanto, não seria de sua autoria.
"Essas empresas têm condições de bancar advogados para provar que não são responsáveis por tal problema. Mas isso inviabiliza pequenos negócios que estão surgindo na Internet. Isso porque eles acabam sendo punidos e não ainda dispõem de recursos para se defenderem", explicou.
Sem regras que assegurem o livre compartilhamento de conteúdos, o diretor do Google, Ivo Corrêa,entende que a Internet ficará restrita ao poder econômico, de grandes grupos que já atuam nela.
Também defendeu que o direito à privacidade, nos termos que foram assinados pelo Brasil em documentos de acordos Internacionais. Para ele, essas premisssas deverão estar presentes no novo Marco Civil. E que sejam discutidas formas que possam compatibilizar os interesses dos organismos de segurança para o combate aos crimes cibernéticos, sem ferir a questão da privacidade dos internautas.
A proposta do Marco Civil da Internet, elaborada pelo Ministério da Justiça, contou com 800 comentários feitos pela sociadade diretamente conectada na Internet, em consulta pública que durou 50 dias. Essas contribuições acabaram por gerar um documento de 600 páginas que estão servindo de substrato para a discussão interna no governo, sobre a elaboração de um projeto de lei, a ser encaminhado ao Congresso Nacional.
Fonte: Convergência Digital
OpenCart, sua loja online livre
Você que é desenvolvedor de aplicações web ou possui um pequeno negócio e gostaria de expandir suas vendas para o mundo, você precisa conhecer este software.
O OpenCart é uma plataforma de comércio online baseado em PHP e MySQL. Esta plataforma suporta o sistema de carrinho de compras e permite a criação de uma solução de comércio eletrônico, ideal para pequenas empresas. Apesar de já existirem outras plataformas para este meio, o OpenCart é gratuito e promete ser melhor que seus concorrentes.
Google Goggles
Sempre inovando, o Google apresenta Goggles, uma aplicação que permite usar uma imagem captada de uma camera de celular para fazer uma pesquisa rápida pela Web.
O usuário pega o seu iPhone ou Android Mobile, tira uma fotografia de um lugar ou objeto e ele é reconhecido pelo programa, onde através da informação, o usuário pode ter acesso a localização aquele local no mundo através do Google Maps, informações históricas, caso seja a foto de algum monumento ou comparação de preços, caso seja algum produto.
No caso das imagens, o Google faz uma pesquisa por imagens que se assemelham com a fotografia tirada. É possível também usar o programa como um scanner, fotografando um cartão de visitas, por exemplo, o usuário pode capturar as informações do cartão como telefone e endereço e guardá-las.
Empresas de telefonia brasileiras, internet 3G mais barata para todos, já!




Câmera fotográfica para os miguxos
Eu!O problema dessa complexa técnica de fotografia é achar o melhor ângulo e distância para as fotos, sem conseguir enchergar o que está sendo fotografado.Algumas pessoas preferem usar o timer da câmera ou pedem para outra pessoa tirar a foto, mas nem sempre esse tipo de ajuda é possível.
Outra técnica consiste em tirar a foto na frente do espelho, mas nem sempre o efeito esperado se torna agradável, principalmente quando o "fotógrafo" utiliza o flash que acaba sendo refletido pelo espelho.
Com um visor de LCD frontal, a Samsung ST550 ajuda os miguxos a tirarem os melhores auto retratos para o seu Orkut ou Fotolog. A câmera ainda possui reconhecimento inteligente de faces, tela sensível ao toque e grava videos em alta definição.