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Complemento do Firefox dá uma força com Megaupload e Rapidshare
Pra quem costuma baixar muitos arquivos em sites como RapidShare, Mediafire, Megaupload, zShare e outros, a extensão SkipScreen para o Firefox ajuda muito. Depois de instalar o SkipScreen você não precisará mais pular de página em página, esperar contagens regressivas intermináveis ou pescar links escondidos entre anúncios de todo tipo.
Acesse um link qualquer no RapidShare ou outro site de downloads suportado pela extensão e dentro de poucos instantes seu download será iniciado automaticamente. A extensão analisa os códigos JavaScript usados para atrasar a vida do usuário e resolve o problema.
Mudando um pouco de assunto, depois de toda confusão causada pelos posts sobre validação, hoje pela manhã comentei no Twitter que um amigo havia me passado um crack que consegue validar qualquer produto da Adobe e me perguntei, qual seria a punição se eu disponibilizasse esse crack aqui no blog?
Alguém ajuda a pagar o advogado depois?
Duplicando a velocidade de navegação no Firefox
O objetivo desta dica é simples, tornar o Firefox ainda mais rápido em relação ao carregamento de objetos e arquivos, acelerando em muito a velocidade de sua navegação. Modificando algumas chaves de configurações avançadas do navegador, vamos obrigá-lo a carregar elementos das páginas automaticamente e com uma “memória de carregamento” maior e mais eficiente, tornando-o visivelmente mais “esperto”.
A maioria dos navegadores só mostra a página quando grande parte dela já foi descarregada e como em uma memória RAM, realiza esse processo aos poucos caso possua pouco espaço para descarregar os elementos da página. A dica em questão resolverá esses dois entraves.
Após realizar a configuração em meu navegador, notei uma agradável diferença na velocidade de navegação e download de arquivos, sendo assim, a dica é altamente recomendada.
1 - Para evitarmos possíveis dores de cabeça, vamos realizar primeiro o backup dos arquivos de configuração do Firefox. Jesus salva, mas não faz backups!
Copie a pasta com as configurações atuais do Firefox para um lugar seguro. Ela se encontra em diferentes lugares de acordo com o sistema usado. Preste atenção ao caminho da pasta e substitua o username pelo nome do usuário que está logado na máquina. Copie a pasta que está dentro de Profiles, ela é nomeada com uma sequencia de letras e números aleatórios. Exemplo: dqgi65lr.default
No Windows XP
\Documents and Settings\username\Dados de aplicativos\Mozilla\Firefox\Profiles\
No Windows Vista
Users\username\AppData\Roaming\Mozilla\Firefox\Profiles\
No Mac OSX
username/Library/Application Support/Firefox/Profiles/
No Linux
root: ~/.mozilla/firefox/
usuário comum: /home/username/.mozilla/firefox/
2 - Após fazer o backup da pasta, vamos começar o procedimento. Abra o Firefox e digite na barra de endereços o comando about:config e dê enter.
3 - Aparecerá um aviso “isto pode anular sua garantia”, basta clicar em serei cuidadoso, eu prometo! Com isso você deverá procurar, digitando no campo de buscas acima a sentença network.http.pipelining e verificar se à ela está atribuída o valor true. Se não estiver, dê um duplo clique para mudar para esse valor.
4 - Na mesma página procure a sequência network.http.pipelining.maxrequests e dê um duplo clique nela para mudar o valor para 8.
5 - Encontre a sequência network.http.proxy.pipelinin e dê um duplo clique nela, mudando seu valor para true.
6 – Encontre a sequência network.dns.disableIPv6 e dê um duplo clique nela, mudando seu valor para true.
7 - Realizando estes passos, você deverá clicar com o botão direito do mouse em um lugar vazio na tela, escolher Nova Opção, depois selecionar Boolean e dar o nome de content.interrupt.parsing e definir seu valor como true.
8 - Dê novamente os mesmos passos, clicando com o botão direito do mouse em um lugar vazio na tela, escolhendo Nova Opção, mas desta vez clique em Inteira para poder defini-la como content.max.tokenizing.time e atribua o valor para 2250000.
9 - Crie novamente uma entrada definida como Inteira, mas desta vez com o nome de content.notify.interval com o valor de 750000.
10 - Crie uma entrada Boolean com o nome de content.notify.ontimer e a defina como true.
11 – Crie outra entrada Inteira, mas com o nome de content.notify.backoffcoun e coloque o valor 5.
12 – Crie novamente uma entrada Inteira com o nome de content.switch.threshold com o valor 750000.
13 – Por último crie uma nova entrada Inteira com o nome de nglayout.initialpaint.delay com valor zero 0.
Caso alguma dessas chaves já existam, apenas mude o valor para os citados acima.
Dica trabalhosa hein? Mas não se preocupe, valerá a pena. Após realizar estas configurações você deve reiniciar o seu Firefox para que as modificações entrem em vigor e logo em seguida já poderá usa-lo aproveitando quase o dobro de sua velocidade normal de carregamento de páginas.
Considerações: Se o seu sistema possui pouca memória RAM disponível (256mb ou inferior) e você notar que o computador está lento enquanto você utiliza o Firefox, faça a seguinte modificação: Abra o about:config, vá em Nova opção – Boolean, digite config.trim_on_minimize e escolha o valor true para a opção. Isso fará com que o Firefox libere memória RAM enquanto você estiver com ele minimizado ou sem uso no momento.
Caso alguma página específica esteja com problemas para abrir após as modificações, basta remover a chave
content.interrupt.parsing ou mudar seu valor para false para resolver a questão. Essa chave serve para que o Firefox nao espere para receber todo o conteúdo da página e mostre logo o que já recebeu.
Pronto, agora o seu Firefox estará uma verdadeira bala para carregar páginas e arquivos! Caso a mudança não lhe agrade, modifique e apague as chaves criadas no navegador ou feche o Firefox e substitua a pasta do profile pela original que fizemos backup no começo da dica.
Aproveite a brisa das altas velocidades.
Safari 4: o browser mais rápido do momento
Se existe uma razão extremamente válida para o Safari continuar a crescer no mercado dos web browsers, é porque ele é claramente o browser mais rápido do mercado no momento.
A quarta versão beta do navegador Safari que foi lançada essa semana já conseguiu ser mais rápida do que o novo Firefox 3.2a (Minefield) que ainda está em testes e mais rápido do que o Google Chrome, numa análise feita pela CNet.
As versões do Internet Explorer, Opera 9.6, Firefox 3, Chrome, Firefox(Minefield) 3.2 Alpha e Safari 4 foram testados em performance JavaScript utilizando a suite SunSpider.

O computador foi equipado com um processador Intel Core 2 Duo a 2.10 GHz. Acrescentando o IE7 no teste, o Safari 4 beta deu um banho na Microsoft, conseguindo ser 42 vez mais rápido que o browser do tio Bill.

Tempos totais de carregamento em milisegundos:
Safari 4 (Tempo total: 910 ms)
Mozilla Minefield 3.2a1 (1,136 ms)
Google Chrome (1,177 ms)
Firefox 3 (3,250 ms)
Opera 9.6 (4,076 ms)
Internet Explorer 8 (5,839 ms)
Internet Explorer 7 (39,026 ms)
E o pessoal ainda fica discutindo nos comentários a importância do Internet Explorer. Um browser inseguro, instável, incompatível (não respeita padrões de desenvolvimento web) e agora comprovadamente lerdo.
Para mim ele é tão necessário em um micro, como uma geladeira no meio do polo norte.
Opera, Google e Mozilla contra a Microsoft
No final de 2007, a empresa Opera Software ASA, criadora do browser Opera, iniciou uma ação contra a Microsoft por ela disponibilizar o Internet Explorer atrelado ao Windows, como uma forma de monopólio do navegador em seus sistemas.
Agora a Comissão Europeia poderá obrigar que a Microsoft implemente em seu sistema operacional Windows uma forma que possibilite aos usuários a escolha de navegadores de internet, incluindo concorrentes como Apple, Google ou Mozilla. A Comissão planeja ordenar que a Microsoft ofereça a seus usuários uma possibilidade efetiva de escolher qual navegador querem instalar no Windows no lugar ou junto do Internet Explorer, e qual querem ter como primeira opção.
Novamente, em Janeiro de 2009, a Comissão Europeia alertou a Microsoft sobre “novas acusações de abuso de posição dominante na inclusão sistemática do navegador Internet Explorer em seu sistema operacional Windows”.
Querendo participar da briga, o Google anunciou essa semana que possui interesse em participar do caso contra a Microsoft onde a Comissão Europeia investiga a possibilidade de aplicar multas relacionadas ao navegador Internet Explorer.
O Google acredita que o mercado de navegadores continua enormemente incompetitivo, o que impede a inovação para os usuários. Isso é devido ao Internet Explorer estar amarrado ao dominante sistema operacional da Microsoft, levando vantagem injusta contra os outros navegadores.
Com a entrada do Google, o caso ganhará uma força extra além da participação da Mozilla Foundation e da Norueguesa Opera.
Caso o processo seja vencido pelos outros navegadores e a Microsoft não queira pagar multas milionárias, será obrigada a perguntar ao usuário do novo Windows 7 se ele deseja instalar outro navegador, além do Internet Explorer no sistema, é claro.
O Windows sempre virá com o Internet Explorer. Tenho a total convicção de que o Windows é baseado em algum elemento ou parte do Internet Explorer, já que é humanamente impossível desinstalar totalmente o Internet Explorer sem danificar o Windows.




Firefox é o browser mais usado do mundo
Apesar de muitos xiitas usuários do Internet Explorer não acreditarem, finalmente a profecia do software livre se concretizou. Segundo a W3 Schools, um dos mais respeitados sistemas de monitoração de preferências na web, o Firefox ultrapassou o Internet Explorer como o browser mais usado no mundo.
A pesquisa leva em consideração o uso de todas as versões dos browsers da Mozilla e da Microsoft. Segundo o último levantamento feito em setembro, o Internet Explorer, browser da Microsoft, apesar de uma pequena alta no mês, apresenta constante queda de uso chegando a 39,6% do total de usuários.
Durante o mesmo período da pesquisa, o Firefox, browser da Mozilla Foundation, apresentou constante crescimento de uso, chegando a 46,6% dos usuários.
No quadro geral dos browsers, tempos as seguintes porcentagens de uso:
Apesar de todas as campanhas anti Internet Explorer 6, o browser bomba da Microsoft possui 12,1% do total de usuários, sendo ainda mais usado do que o Google Chrome, com 7,1% do total. Como grande parte dos leitores que visitam este blog são pessoas informadas e antenas, não foi nenhuma surpresa constatar que a grande maioria usa o Firefox para acessar o blog.
Talvez estas informações não tragam nenhuma relevância ao usuário final, mas se você é um desenvolvedor web e sempre ouve outras pessoas dizendo que é necessário fazer com que os sistemas web criados funcionem preferencialmente no Internet Explorer, é hora de rever os seus conceitos. Espero que os processos contra a Microsoft por monopólio surtam o efeito desejado e que no futuro possamos ter a liberdade de escolher qual browser será instalado juntamente com o resto do sistema em nossos computadores.