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Marco Civil garante liberdade e privacidade na internet
O novo Marco Civil da Internet, que vem sendo elaborado pelo Ministério da Justiça e servirá de texto básico a um futuro projeto de lei do governo, não pode trazer algum tipo de restrição à liberdade na Internet. Esta foi a posição defendida por autoridades e ativistas em debate realizado nesta terça-feira, 26/01, no Campus Party, evento que acontece até o dia 31, na capital paulista. O direito à privacidade, por exemplo, foi defendido por todos os presentes.
No debate, o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Guilherme Almeida, coordenador do processo de elaboração dessa proposta – que ainda será encaminhada ao Congresso na forma de um anteprojeto de Lei – ressaltou que o governo não possui nenhuma intenção de criar mecanismos que possam vir a restringir a liberdade na rede.
Zimba Host, hospedagem de sites
Eu não costumo comentar sobre um produto ou uma empresa sem antes testar os seus recursos e benefícios, por isso, gostaria de agora poder falar um pouco sobre a nossa nova hospedagem, onde 3 meses após a migração do blog para o nosso novo endereço, só tem demonstrado rapidez e competência em seus serviços. Foi difícil escolher uma hospedagem entre as várias existentes, mas após muitas pesquisas, descobri uma empresa séria que possui um histórico de 100% de uptime, ou seja, seus servidores nunca saem do ar.
Com o apoio técnico do pessoal da Zimba Host, consegui realizar a migração de gigantescos arquivos do blog anterior em tempo recorde, viabilizando assim a inauguração de nossa nova casa.
Encontrar uma empresa de hospedagem profissional que ofereça todos os recursos necessários para a entrada de suas idéias e negócios na internet, pode ser uma tarefa difícil. Se você está procurando por uma hospedagem que garanta o seu sucesso online, saiba porque a Zimba Host pode ser a solução para os seus problemas.
A Zimba Host é uma empresa que oferece soluções de Hospedagem Profissional de sites e registro de domínios, administrado por profissionais treinados que estão aptos a resolver qualquer problema relacionado aos servidores e prestar suporte personalizado aos clientes.
Planos
Um dos pontos fortes da Zimba Host é o valor de seu plano ZH2 que sai por apenas R$ 5,90 por mês, R$70,80 no pagamento anual ou 90,80 no pagamento anual com o domínio próprio.
Este plano conta com 400 MB de espaço em disco e 10 GB de transferência de dados mensais. Embora estes recursos sejam poucos para sites de grande porte, eles são mais que suficientes para sites pequenos, sites de empresas, portfólios entre outros, digo isso porque a maioria dos pequenos sites não costuma utilizar nem 10% de todos os recursos disponíveis.
Suporte
A Zimba Host possui um serviço de atendimento ao cliente onde você poderá sanar suas dúvidas relacionadas ao uso do servidor e suas ferramentas com a ajuda via chat (Web ou MSN), ticket, telefone e até pelo Twitter.
Construtor de Sites
O destaque do Zimba Host fica por conta do construtor de sites que permite que você crie sites com aparência profissional sem muita dificuldade, utilizando um assistente que irá guiá-lo durante o processo de criação, onde você poderá escolher entre criar um site, blog ou galeria de imagens (ou todos juntos), poderá escolher a aparência do site, criar e editar páginas, inserir os textos, imagens, etc.
Serviços de Streaming
O WHMSonic é instalado facilmente em apenas alguns segundos e permite a você oferecer serviços de streaming ShoutCast (Rádio Online) através do seu servidor dedicado ou VPS. O WHMSonic também oferece aos usuários do cPanel uma poderosa ferramenta para administrar e configurar seu Rádio Online . Venda Revendas de WebRadio (streaming ShoutCast). Compatível com todos os players.
A Zimba Host ainda conta com Revenda de Hospedagens Linux, Servidores Dedicados e Servidores Virtuais VPS.
Internet via rede elétrica
As distribuidoras de energia elétrica já podem usar sua rede para transmitir internet banda larga. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a regulamentação do PLC (Power Line Communications), que também permite fornecer sinal de TV por assinatura direto da tomada da sua casa. O processo legal para que o serviço seja oferecido deve levar cerca de 5 meses.
A conexão funciona da seguinte forma: os dados são transmitidos do provedor de acesso para as redes de tensão, que têm modens externos instalados nos postes de energia. Eles levam os dados até os usuários em suas residências ou escritórios. É possível realizar todo o tráfego de dados pela rede elétrica ou mesclar a estrutura com um sistema de cabeamento, por exemplo. Na transmissão combinada, os dados podem ir via cabo do provedor até a região de um prédio. A partir daí, se não houver mais estrutura de cabeamento, eles trafegam até os apartamentos via rede elétrica.
Para ter acesso pela tomada será preciso a aquisição de um modem e para quem mora em prédios, é preciso ter um conversor instalado na sua estrutura, além do modem interno. Os preços destes aparelhos também ainda não foram definidos. A velocidade que a banda larga dessa tecnologia poderá atingir é bem alta: até incríveis 200 Mbps.
Ponto negativo ou regra? Quanto maior a distância entre a casa do usuário e o provedor, pior fica a recepção e a velocidade. O sinal até pode ser transmitido a longas distâncias, porém os dados se perderm ao chegar aos transformadores. Talvez este fato não seja uma desvantagem, mas sim uma regra, já que todo usuário de ADSL e rádio enfrenta o mesmo problema, quando mais longe da fonte transmissora, pior é o sinal.
Certamente outros fatores devem influenciar na qualidade da transmissão, como a qualidade da fiação e o número de fases na residência. Como ainda não existe uma modo de acesso perfeito, certamente os problemas cotidianos continuarão: “Nem ouse ligar esse chuveiro agora, estou no final de um download!”.
Lei de crimes na internet perto de ser aprovada
O projeto de lei sobre crimes cibernéticos deve ganhar um novo empurrão nas próximas semanas. Isso porque o Ministério da Justiça apresentará suas propostas de modificações ao PL 84/99, ao relator Julio Semeghini (PSDB-SP). O deputado acredita que a votação aconteça ainda em junho.
Segundo Semeghini, “os itens polêmicos serão retirados”, mas ele preferiu não adiantar quais as mudanças já têm em mente. Na prática, pode haver alterações significativas no projeto – atualmente na forma de um substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) – uma vez que itens polêmicos não faltam.
O projeto 84/99 faz alterações no Código Penal, Código Penal Militar, Lei de Repressão Uniforme, Lei Afonso Arinos e Estatuto da Criança e do Adolescente e tipifica 13 novos tipos de crimes, como difusão de vírus eletrônico, clonagem de senhas bancárias, falsificação de cartão de crédito e a divulgação de informações contidas em bancos de dados.
Mas há pontos curiosos, como a fixação de pena para acesso não autorizado em 1 a 3 anos. Como o Código Penal prevê pena de 1 a 3 meses por violação de domicílio, um crime no mundo virtual seria tratado muito mais severamente do que um crime semelhante no mundo real.
Além disso, há críticas à atribuição de responsabilidades aos provedores de acesso, como o armazenamento por 3 anos dos dados de endereçamento de origem, hora e data de conexão efetuada. Ainda que relevante a investigações de crimes graves, como pedofilia na internet, pode prejudicar a existência de redes Wi-Fi abertas.
Você é contra a internet vigiada? Então, colabore!
Locaweb: suporte nota zero!
Desculpem o abandono do blog pessoal, mas realmente a coisa anda mais do que feia para o meu lado, tempo zero!
A Locaweb hoje é um dos maiores provedores de hospedagem (senão o maior) do Brasil. Se você acessa alguma página .com.br, tem grandes chances dela estar hospedada na empresa. Apesar do bom serviço de hospedagem, possuo 4 clientes que hospedam seus sites na Locaweb e todas as vezes que é necessário acionar o suporte da hospedagem, é um martírio digno de um filme.
Começando a peregrinação, o famoso telefone de atendimento do suporte fica em espera por mais de meia hora fácil durante os horários de pico, até a ligação ser cortada ou cair. Se você usa os números de atendimento da sua cidade e não o famoso 0800, está condenado à falência quando a sua conta de telefone chegar. O que seria o modo mais direto de se conseguir ajuda, se mostra totalmente inútil, apesar da famosa lei de atendimento dos call centers.
Partindo para outros meios de comunicação, tentei utilizar o atendimento via chat, mas para a minha supresa, haviam nada mais, nada menos do que 39 pessoas na minha frente na lista de espera para o atendimento às 10:30 da manhã. Deixando o chat aberto, sai para o almoço e ao retornar às 13:00, ainda haviam 4 pessoas na minha frente.
Iniciei o atendimento via chat e após quase uma hora de checagens e testes, o atendente ainda não havia conseguido diagnosticar o problema que causava erros na hospedagem do meu sistema.
Assim, ele me pediu que abrisse um chamado no sistema de atendimento, que nada mais é do que uma descrição por extenso dos problemas apresentados para que outro técnico ou analista mais especializado pudesse realizar a verificação. Após abrir o chamado, verifiquei que o tempo de atendimento para aquela ocorrência seria de até 48 horas, ou seja, uma eternidade para quem possui um site fora do ar nos tempos de hoje.
Três dias após a abertura do chamado, recebo a ligação de um dos técnicos da empresa pedindo para que eu realize alguns procedimentos para que o serviço fosse restaurado. Após várias horas de tentativas, finalmente o sistema voltou a funcionar normalmente.

Entre as minhas várias experiências frustradas com a Locaweb estão um pedido de recuperação de um banco de dados que demorou mais de 4 dias para ser realizado, pois segundo a empresa, a fita de dados do backup em questão se encontrava ocupada. O problema é que o cliente precisava dos dados de volta no banco em dois dias e o backup tardiamente recuperado ainda estava errado, pois foi recuperado com a data dois dias após o cliente ter perdido os dados, ou seja, um verdadeiro tiro no pé!
Acredito que a Locaweb não seja uma empresa que haja de má fé com seus clientes, mas acho que o crescimento dos serviços oferecidos pela empresa deve ser acompanhado de uma forma geral por outros setores e claro, isso inclui o suporte de seus produtos.
Torça para o seu site não ficar fora do ar no fim de semana!
Resultado da enquete: velocidade de conexão
Rapaz, quanto voto! Todo mundo que deu uma passada no blog esta última semana deixou seu voto na enquete sobre a velocidade de conexão.
Pergunta: Qual é a velocidade da sua conexão de internet?

Imaginei que conexões mais baixas com 300 kb ganhariam fácil, mas parece que muita gente anda sedenta por altas velocidades. Não podemos generalizar uma situação, ainda mais quando conhecemos o tipo de público que visita o blog, mas não há como negar que as conexões discadas hoje já se encontram à beira do abismo.
Muitas cidades (como a minha) só disponibilizam opções de banda superiores a 2MB para empresas e opções entre 600kb e 1MB ainda se encontram na seção de produtos com preço salgado. As novas tecnologias que incentivam o uso de serviços sobre a rede como o VOIP (voz sobre IP), videos sob demanda ou mesmo os novos serviços nas nuvens (clouding computing) são um futuro certo que as operadoras de banda larga têm a obrigação de aprimorar com o barateamento de suas conexões.
Imaginando um novo tema para a próxima enquete, parece que não existe um modo de fugir da tão inquestionável e polêmica pergunta: Qual sistema operacional você aprova e recomenda?
A pergunta é simples e direta. Não queremos saber qual sistema você usa no momento ou qual você possui em casa ou no trabalho, mas sim, qual sistema você já experimentou (não importa se apenas uma vez) e lhe surpreendeu de uma forma especial.
Vote, participe!
Lei contra crimes de internet segue polêmica
Agora que o projeto de Lei 84/99 já foi aprovado pelo Senado, especialistas e parlamentares criticam na Câmara suas diretivas. Eles consideram que a proposta pode restringir a liberdade dos usuários das redes digitais. Participantes da audiência pública das comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado ressaltaram que a redação da proposta, já aprovada pelo Senado, vai dar margem a uma interpretação da lei que proibirá condutas corriqueiras dos internautas, como, por exemplo, a transferência de músicas de um CD para o Ipod, somente para uso pessoal.
O projeto define Crimes como o roubo de senha pessoal, a difusão de vírus e o acesso não-autorizado a qualquer tipo de informação por meio da internet. O professor Sérgio Amadeu da Silveira, da Universidade Cásper Líbero, disse que os termos gerais e amplos do projeto vão acabar com as redes abertas, como é o caso de conexões sem fio abertas e até mesmo as chamadas cidades digitais. “Ele cria uma série de dispositivos que bloqueiam as redes abertas, criminaliza condutas que são corriqueiras na internet e remete a regulamentos obscuros. Não se sabe o que vai acontecer.” O professor acrescenta que o projeto cria insegurança jurídica e dificulta a manutenção de projetos de inclusão digital em curso.
Para o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), três aspectos são inadmissíveis no projeto: a violação dos dispositivos de segurança; o alto controle sobre a internet; e os dispositivos penais como estão redigidos. O deputado destacou que esses pontos precisam de ajustes. “O projeto pretende diminuir a utilização da rede e aumentar os controles, mas acaba fazendo com que a internet, que é o lugar da democracia, seja restringida por alguns mecanismos.
Na opinião do professor de Direito Penal da Fundação Getúlio Vargas Thiago Bottino, a redação dos artigos que prevêem a tipificação dos Crimes cibernéticos está muito ampla e geral. “Inclui comportamentos que não são o objetivo da lei, porque não constituem Crimes.” Ele também considera que pode gerar insegurança jurídica, “pois prevê uma série de condutas que não poderão ser punidas, simplesmente porque o Estado não terá condições de fiscalizar e prender todas as pessoas incluídas”. Para o professor, é preciso especificar exatamente o que será considerado Crime.
Na redação dos artigos, é incluído, por exemplo, o acesso a dispositivos de comunicação sem autorização. Ele deu como exemplo o caso de um menino que use a senha de acesso do pai para utilizar o telefone celular dele e ligar para a mãe. Conforme a redação atual do projeto, isso poderia ser considerado Crime, pois o texto é muito amplo e permite essa interpretação.
O professor Sérgio Amadeu ressaltou ainda que muitas medidas previstas no projeto não serão eficazes contra os criminosos, pois concorda que os artigos foram redigidos de forma ampla demais.
Já o delegado da unidade de repressão aos Crimes cibernéticos da Polícia Federal, Carlos Eduardo Sobral, defende a rápida aprovação de uma proposta que estabeleça punições para Crimes cibernéticos. Ele identifica dois desafios para o Legislativo: a manutenção da liberdade na internet com a simultânea punição para as condutas criminosas; e a garantia de maior velocidade de acesso da Polícia aos dados essenciais para investigação de Crimes.
Sobral explica que essas medidas são essenciais porque, quanto mais rápido e quanto menos informações forem necessárias para se chegar ao criminoso, mais preservada estará a intimidade e a privacidade das pessoas. “Gostaríamos de ter a origem da comunicação porque, encontrando o possível local do criminoso com as diligências de campo, nós não precisaríamos avançar com outras medidas, como a vigilância e as interceptações telemáticas e telefônicas.”
Segundo o delegado Sobral, a exigência de autorização da Justiça para que a Polícia peça aos provedores a manutenção de dados atrasa ainda mais o trabalho policial.
De autoria do ex-deputado Luiz Piauhylino, o PL 84/99 foi aprovado pela Câmara e enviado ao Senado, que o aprovou na forma de substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e o devolveu à Câmara. Agora o projeto está sendo analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Mas o PL pode ser votado pelo Plenário a qualquer momento, pois tramita em regime de urgência. Como veio do Senado, o projeto não pode ser modificado. Os deputados podem apenas aceitar ou rejeitar o que foi incluído na proposta pelos senadores.
Resultado da enquete: Software livre
Fala galera! Tamos de volta, agora com o resultado da última enquete do blog.
O que lhe impede de usar um software livre? Eis o resultado final:

A opção campeã em votos realmente não me surpreendeu, todo mundo usa e abusa do software pirata e como diz minha mãe, enquanto houver cavalo, São Jorge não anda a pé. É melhor ter muitos usuários usando o seu software pirata ou poucos usando o produto original, caro desenvolvedor?
Em relação a falta de suporte do software livre, as milhares de comunidades de desenvolvedores e usuários parecem não estar sendo bem aproveitadas pelos votantes da enquete.
Infelizmente ainda não é possível ligar para a central de atendimento Linux e pedir informações, mas a promessa de suporte dada pelos softwares pagos somente passa de uma falsa sensação de segurança. Ligue para a famosa central de atendimento Microsoft ( 08008884081), faça uma simples pergunta do tipo, como configurar uma placa de rede e entenda o que eu quero dizer. Não esqueça de ter em mãos o serial original do produto!
A dificuldade de se encontrar softwares livres equivalentes ao produto pago é uma lacuna que vem sendo preenchida constantemente pelos desenvolvedores. Uma distribuição Linux possui em média 3.000 opções de programas prontos para usar nas mais diferentes tarefas possíveis. Se você não abre mão de programas pagos específicos, conheça emuladores e virtualizadores que permitem que esses produtos possam rodar em plataformas livres. Grandes desenvolvedores de softwares e jogos como Adobe e Eletronic Arts, prometem versões Linux de seus mais populares produtos em breve.
Não é preciso dizer que a questão do custo X benefício entre software pagos e livres não se mantém apenas em relação ao preço, mas também na qualidade, funcionalidade e segurança dos mesmos. O software livre é desenvolvido por seus próprios usuários, conhecendo assim os melhores caminhos para sua própria evolução.
Voltando ao assunto do último post sobre o alto preço da conexão em nosso país, lanço a nova enquete do blog com a seguinte pergunta: Qual é a velocidade da sua conexão de internet?
Espero que os dados possam nos dar uma idéia de como o preço e a disponibilidade de diferentes opções de velocidade andam contribuindo ou dificultando a nossa navegação. Você não sabe qual é a sua atual velocidade de conexão? Clique no velocímetro abaixo, faça a sua medição e vote na enquete!
Governo promete, mas banda larga continua cara
Durante o discurso de abertura da Futurecom 2008 (28/11), o ministro das comunicações Hélio Costa voltou a criticar o preço e a qualidade das conexões no País e disse que governo estuda promover na banda larga uma mudança semelhante ao que fez no programa PC para Todos, que derrubou o custo dos desktops de mais de 4 mil reais para menos de 800 reais.
A iniciativa, segundo o ministro, beneficiará mais 37 mil estudantes, 87% dos alunos. Da mesma forma, Hélio Costa informou que está na Anatel, sob encomenda do governo, um estudo voltado a iniciativas que derrubem os preços das conexões à internet no Brasil. A idéia é criar, a partir desta análise, uma forma de incentivo, materializada em redução de impostos.
“O acesso à internet em banda larga ainda é muito caro no Brasil, e precisamos buscar alternativas para mudar esta realidade, juntamente com a promoção da qualidade nesta área”, disse o ministro.
Como ação concreta, Costa afirmou que, até 2009, quer ver licitadas as freqüências de WiMax e DTH (Direct to home), tecnologias que devem estimular a competição nas áreas de telefonia e banda larga e em trasmissão de TV, respectivamente.
No discurso, ele diz: “Temos mais 135 milhões de celulares em uso. Até 2010 todos os municípios serão atendidos por celular e infra-estrutura de acesso a banda larga”, comentou, ao lembrar os mais de 10 milhões de acesso em banda larga no País.
O ministro também comentou que nos últimos 10 anos foram investidos 150 bilhões de reais no setor de telecom, aporte que permitiu a evolução do acesso à telefonia, especialmente celular e internet. “Em 2007, tínhamos 20,4% dos municípios com acesso à internet e 27% da população com acesso a computador, graças ao Programa PC para Todos, que derrubou de mais de 4 mil reais para menos de 800 reais o preço dos PCs”, comemorou.
Segundo o ministro, a Anatel calcula que nos próximos 10 anos, ainda serão investidos 250 bilhões de reais em todos os serviços de telecomunicações, com ênfase em banda larga fixa, telefonia móvel e televisão, o que deve permitir um salto das atuais 10 milhões e conexões em banda larga para 40 milhões. No mesmo período, os 135 milhões de telefones celulares de hoje serão 270 milhões, de acordo com a mesma estimativa.
Enquanto as promessas continuam sendo feitas, as cias de telecomunicações faturam bilhões e nós pagamos uma das bandas largas mais caras do mundo. Você mora em grandes capitais e acha um absurdo pagar R$100,00 por uma conexão de 2MB? Pois venha para o interior do país e pague R$89,00 por 300kb e ganhe uma vela para acender e rezar toda vez que sua conexão morrer.
Além do preço absurdo que pagamos para ter a internet, não podemos nos esquecer também dos pobres provedores que precisam arrecadar suas taxas para realizar o árduo trabalho de… de… de… pra que serve o provedor mesmo? Convenhamos meus amigos, provedor é do tempo da internet discada!






Google City, fazemos tudo pela sua conexão…