Tag postada ‘internet’

quarta-feira, março 3, 2010

Google City, fazemos tudo pela sua conexão…

googlecityNo mês passado, o Google anunciou planos de vender acesso a internet com incríveis 1giga de velocidade por segundo via fibra ótica para alguns consumidores. O plano seria um teste inicial e aconteceria em 50.000 residências, mas não foi especificado onde seriam feito estes testes.

O prefeito de uma cidade dos Estados Unidos chamada Topeka, capital do estado do Kansas assinou uma proclamação alterando o nome da cidade por uma semana para "Google, Kansas" ou "Google City". O devaneio do prefeito se baseia no fato de sua administração estar de olho nos testes que o Google deseja realizar com a nova conexão e tentar chamar a atenção da empresa, pra que os testes sejam feitos na cidade.

Advogados disseram que o prefeito e o conselho municipal não podem mudar o nome da cidade e depois simplesmente retornar ao nome original. O decreto ainda pede que os moradores chamem a cidade por uma semana de Google City.

Embora esta seja uma maneira idiota para chamar a atenção do Google, o benefício poderia ser enorme. A fibra 1GB/s é aproximadamente 100 vezes mais rápida do que a maioria das conexões usadas pelos americanos e milhares de vezes melhor que a usada pelos pobres brasileiros.

Ironicamente, esta não é a primeira vez que Topeka tentou fazer algo parecido. Em agosto de 1998, a cidade teve uma proclamação para mudar seu nome para "ToPikachu" devido ao lançamento oficial do jogo do Pokemon. A idéia de colocar "Pikachu" no meio do nome de alguma cidade brasileira certamente causaria grandes constrangimentos.

Você trocaria o nome da sua cidade por míseros 1GB/s? 8-O

Update no post:

Quase ia me esquecendo, testes com internet a 1GB/s não são novidade aqui no Brasil.

Fonte: Techcrunch

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Marco Civil garante liberdade e privacidade na internet

O novo Marco Civil da Internet, que vem sendo elaborado pelo Ministério da Justiça e servirá de texto básico a um futuro projeto de lei do governo, não pode trazer algum tipo de restrição à liberdade na Internet. Esta foi a posição defendida por autoridades e ativistas em debate realizado nesta terça-feira, 26/01, no Campus Party, evento que acontece até o dia 31, na capital paulista. O direito à privacidade, por exemplo, foi defendido por todos os presentes.

No debate, o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Guilherme Almeida, coordenador do processo de elaboração dessa proposta – que ainda será encaminhada ao Congresso na forma de um anteprojeto de Lei – ressaltou que o governo não possui nenhuma intenção de criar mecanismos que possam vir a restringir a liberdade na rede.

"Estamos buscando com o Marco Civil trazer para o mundo do Direito, principios e valores que são inerentes para a Internet, ao invés de se criar outras formas de restrição", destacou.

Segundo ainda Guilherme Almeida, desde que foi criada há cerca de 15 anos, a Internet sempre funcionou bem e sem nenhuma regulamentação expressa. Porém assumiu que tem notado da parte do Poder Legislativo,um interesse e uma "sanha" de querer regulamentar a rede.

"É precisso que o Direito compreenda a Internet, mas que não seja com o intuito de criminalizar. Mas, sim, para criar uma cidadania digital. estamos criando um anteprojeto de lei que visa estipular direitos dos usuários e clareza maior para estabelecer deveres dos usuários, além de estabelecer diretrizes para ação do governo em inclusão digital", destacou.

Para o sociólogo e ex-presidentedo ITI, Sérgio Amadeu, nenhuma legisslação conseguirá acabar ou restringir com a liberdade na Internet. "A Internet não é ruim, tem de ter alguns acertos. É uma rede transacional baseada na liberdade. Nenhuma legislação, seja da China, do Irã ou do Brasil poderá tirar essa liberdade", sentenciou.

Ivo Corrêa, diretor de Relações governamentais do Google, destacou que o mais importante do novo Marco Civil da Internet será a capacidade de se definir regras claras para quem está na Web, em termos de participação.

Lembrou que empresas não-produtoras de conteúdo, que são "meros" intermediários na hospedagem de conteúdo, como subsidiárias do próprio Google, trabalham atualmente sem regras claras de como atuar no Brasil, "o que gera custos econômicos altíssimos", advertiu.

Para ele, sem essas regras, empresas correm o risco de terem de pagar a culpa de apenas estarem hospedando determinado conteúdo, como por exemplo, um vídeo, que não foi produzido por ela e, portanto, não seria de sua autoria.

"Essas empresas têm condições de bancar advogados para provar que não são responsáveis por tal problema. Mas isso inviabiliza pequenos negócios que estão surgindo na Internet. Isso porque eles acabam sendo punidos e não ainda dispõem de recursos para se defenderem", explicou.

Sem regras que assegurem o livre compartilhamento de conteúdos, o diretor do Google, Ivo Corrêa,entende que a Internet ficará restrita ao poder econômico, de grandes grupos que já atuam nela.

Também defendeu que o direito à privacidade, nos termos que foram assinados pelo Brasil em documentos de acordos Internacionais. Para ele, essas premisssas deverão estar presentes no novo Marco Civil. E que sejam discutidas formas que possam compatibilizar os interesses dos organismos de segurança para o combate aos crimes cibernéticos, sem ferir a questão da privacidade dos internautas.

A proposta do Marco Civil da Internet, elaborada pelo Ministério da Justiça, contou com 800 comentários feitos pela sociadade diretamente conectada na Internet, em consulta pública que durou 50 dias. Essas contribuições acabaram por gerar um documento de 600 páginas que estão servindo de substrato para a discussão interna no governo, sobre a elaboração de um projeto de lei, a ser encaminhado ao Congresso Nacional.

Fonte: Convergência Digital

sexta-feira, novembro 27, 2009

Zimba Host, hospedagem de sites

Eu não costumo comentar sobre um produto ou uma empresa sem antes testar os seus recursos e benefícios, por isso, gostaria de agora poder falar um pouco sobre a nossa nova hospedagem, onde 3 meses após a migração do blog para o nosso novo endereço, só tem demonstrado rapidez e competência em seus serviços. Foi difícil escolher uma hospedagem entre as várias existentes, mas após muitas pesquisas, descobri uma empresa séria que possui um histórico de 100% de uptime, ou seja, seus servidores nunca saem do ar.

Zimba HostCom o apoio técnico do pessoal da Zimba Host, consegui realizar a migração de gigantescos arquivos do blog anterior em tempo recorde, viabilizando assim a inauguração de nossa nova casa.

Encontrar uma empresa de hospedagem profissional que ofereça todos os recursos necessários para a entrada de suas idéias e negócios na internet, pode ser uma tarefa difícil. Se você está procurando por uma hospedagem que garanta o seu sucesso online, saiba porque a Zimba Host pode ser a solução para os seus problemas.

A Zimba Host é uma empresa que oferece soluções de Hospedagem Profissional de sites e registro de domínios, administrado por profissionais treinados que estão aptos a resolver qualquer problema relacionado aos servidores e prestar suporte personalizado aos clientes.

Planos
Um dos pontos fortes da Zimba Host  é o valor de seu plano ZH2 que sai por apenas R$ 5,90 por mês, R$70,80 no pagamento anual ou 90,80 no pagamento anual com o domínio próprio.

Este plano conta com 400 MB de espaço em disco e 10 GB de transferência de dados mensais. Embora estes recursos sejam poucos para sites de grande porte, eles são mais que suficientes para sites pequenos, sites de empresas, portfólios entre outros, digo isso porque a maioria dos pequenos sites não costuma utilizar nem 10% de todos os recursos disponíveis.

Suporte
A Zimba Host possui um serviço de atendimento ao cliente onde você poderá sanar suas dúvidas relacionadas ao uso do servidor e suas ferramentas com a ajuda via chat (Web ou MSN), ticket, telefone e até pelo Twitter.

Construtor de Sites
O destaque do Zimba Host fica por conta do construtor de sites que permite que você crie sites com aparência profissional sem muita dificuldade, utilizando um assistente que irá guiá-lo durante o processo de criação, onde você poderá escolher entre criar um site, blog ou galeria de imagens (ou todos juntos), poderá escolher a aparência do site, criar e editar páginas, inserir os textos, imagens, etc.

Serviços de Streaming
O WHMSonic é instalado facilmente em apenas alguns segundos e permite a você oferecer serviços de streaming ShoutCast (Rádio Online) através do seu servidor dedicado ou VPS. O WHMSonic também oferece aos usuários do cPanel uma poderosa ferramenta para administrar e configurar seu Rádio Online . Venda Revendas de WebRadio (streaming ShoutCast). Compatível com todos os players.

A Zimba Host ainda conta com Revenda de Hospedagens Linux, Servidores Dedicados e Servidores Virtuais VPS.

quarta-feira, setembro 2, 2009

Internet via rede elétrica

ModemAs distribuidoras de energia elétrica já podem usar sua rede para transmitir internet banda larga. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a regulamentação do PLC (Power Line Communications), que também permite fornecer sinal de TV por assinatura direto da tomada da sua casa. O processo legal para que o serviço seja oferecido deve levar cerca de 5 meses.

A conexão funciona da seguinte forma: os dados são transmitidos do provedor de acesso para as redes de tensão, que têm modens externos instalados nos postes de energia. Eles levam os dados até os usuários em suas residências ou escritórios. É possível realizar todo o tráfego de dados pela rede elétrica ou mesclar a estrutura com um sistema de cabeamento, por exemplo. Na transmissão combinada, os dados podem ir via cabo do provedor até a região de um prédio. A partir daí, se não houver mais estrutura de cabeamento, eles trafegam até os apartamentos via rede elétrica.

Para ter acesso pela tomada será preciso a aquisição de um modem e para quem mora em prédios, é preciso ter um conversor instalado na sua estrutura, além do modem interno. Os preços destes aparelhos também ainda não foram definidos. A velocidade que a banda larga dessa tecnologia poderá atingir é bem alta: até incríveis 200 Mbps.

Ponto negativo ou regra? Quanto maior a distância entre a casa do usuário e o provedor, pior fica a recepção e a velocidade. O sinal até pode ser transmitido a longas distâncias, porém os dados se perderm ao chegar aos transformadores. Talvez este fato não seja uma desvantagem, mas sim uma regra, já que todo usuário de ADSL e rádio enfrenta o mesmo problema, quando mais longe da fonte transmissora, pior é o sinal.

Certamente outros fatores devem influenciar na qualidade da transmissão, como a qualidade da fiação e o número de fases na residência. Como ainda não existe uma modo de acesso perfeito, certamente os problemas cotidianos continuarão: “Nem ouse ligar esse chuveiro agora, estou no final de um download!”. :D

sexta-feira, junho 5, 2009

Lei de crimes na internet perto de ser aprovada

O projeto de lei sobre crimes cibernéticos deve ganhar um novo empurrão nas próximas semanas. Isso porque o Ministério da Justiça apresentará suas propostas de modificações ao PL 84/99, ao relator Julio Semeghini (PSDB-SP). O deputado acredita que a votação aconteça ainda em junho.

Segundo Semeghini, “os itens polêmicos serão retirados”, mas ele preferiu não adiantar quais as mudanças já têm em mente. Na prática, pode haver alterações significativas no projeto – atualmente na forma de um substitutivo do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) – uma vez que itens polêmicos não faltam.

O projeto 84/99 faz alterações no Código Penal, Código Penal Militar, Lei de Repressão Uniforme, Lei Afonso Arinos e Estatuto da Criança e do Adolescente e tipifica 13 novos tipos de crimes, como difusão de vírus eletrônico, clonagem de senhas bancárias, falsificação de cartão de crédito e a divulgação de informações contidas em bancos de dados.

Mas há pontos curiosos, como a fixação de pena para acesso não autorizado em 1 a 3 anos. Como o Código Penal prevê pena de 1 a 3 meses por violação de domicílio, um crime no mundo virtual seria tratado muito mais severamente do que um crime semelhante no mundo real.

Além disso, há críticas à atribuição de responsabilidades aos provedores de acesso, como o armazenamento por 3 anos dos dados de endereçamento de origem, hora e data de conexão efetuada. Ainda que relevante a investigações de crimes graves, como pedofilia na internet, pode prejudicar a existência de redes Wi-Fi abertas.

Você é contra a internet vigiada? Então, colabore!