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quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Atualizações offline para Windows e Office

Como atualizar o Windows da sua casa se você não possui internet ou aquele monte de micros em uma sala de aula ou em uma Lan House de uma vez só?

Fácil, primeiro baixe o WSUS Offline Update e instale-o. Depois, execute o programa e escolha qual a linguagem e versão usadas pelo seu Windows ou Office. Escolha quais atualizações você gostaria que o pacote englobasse (service packs, atualizações críticas, etc). Por último, escolha a forma como essas atualizações serão criadas, em forma de ISO para CDs, pendrives ou executáveis. 

Definidas as configurações, clique em Start e tenha muita paciência… as atualizações serão baixadas dos mirrors da Microsoft e criarão um pacote que pode ser instalado offline e em várias máquinas de uma só vez.

windows-offline-updater

segunda-feira, dezembro 28, 2009

Renomeando vários arquivos de uma vez

Sabe todas aquelas fotos que você baixou da internet no feriado e que você gostaria de organizar? Quem nunca precisou renomear vários arquivos manualmente ou precisou instalar algum aplicativo para isso?

Um bom exemplo onde renomear os arquivos garantiria uma boa organização:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para organizar esta bagunça, não é preciso instalar nenhum programa, o próprio Windows possui uma dica para renomear arquivos em sequencia.

Mande classificar os arquivos na ordem que você deseja renomeá-los, como por tamanho ou nome. Clique no primeiro arquivo da listagem e arraste até marcar todos os outros arquivos com o mouse ou clique no primeiro e marque os outros segurando a tecla Ctrl.

Com os arquivos marcados, aperte a tecla F2 e renomeie o primeiro arquivo de acordo com o padrão que os outros devem seguir:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após renomear o primeiro arquivo é só dar enter e pronto, os outros seguirão o mesmo nome padrão e a numeração de acordo com a ordem de marcação.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A dica é simples, mas pode ser bastante útil em um momento de preguiça. Aproveite e compartilhe.

quarta-feira, dezembro 16, 2009

Arquitetura 32 ou 64 bits, qual utilizar?

Atualmente, há dois tipos de processadores a venda: processadores do tipo 32 bits (são os processadores mais antigos, como o Pentium 4 e o Athlon XP) e do tipo 64 bits (como os mais recentes Athlon X2 e Core2Duo).

A Intel por exemplo, oferece linhas como o Pentium D e Pentium 4 para desktops e a Celeron M para notebooks, que trazem a arquitetura de 32 bits. Já a série Intel Core 2 Duo tanto para PCs de mesa quanto para laptops rodam a 64 bits e contam com núcleo duplo.

No caso da AMD, praticamente todas as suas linhas de processadores contam com arquitetura de 64 bits. São elas: Sempron, Athlon 64, Athlon X2 64 (núcleo duplo) e toda a linha FX. Para notebooks, AMD Turion 64 bits e AMD Turion 64 X2 (núcleo duplo). A exceção fica por conta dos modelos Sempron Mobile, também usados em notebooks, que possuem 32 bits. Todos os processadores contam ainda com uma tecnologia  que permite aos chips da marca com arquitetura de 64 bits rodar aplicações de 32 bits com velocidade máxima.

Isso faz com que os processadores de dois núcleos devam utilizar sistemas de 64 bits? Não extamente, a recomendação de uso existe porque a capacidade de processamento será melhor aproveitada.

Os chips de 64 bits são mais velozes que os de 32 bits? Sim e não. Isso porque um chip de 64 bits, trabalha com uma quantidade maior de dados, sem necessariamente ser mais veloz que um modelo de 32 bits. A maioria dos programas,mesmo os de 64bits, como editores de texto ou planilhas trabalham com valores suportáveis para ambos os chips, sem que necessariamente haja um comprometimento na velocidade.

Memória

Processadores 64 bits conseguem reconhecer (controlar) uma maior quantidade de memória RAM.

Os números 32 ou 64, indicam o número de bits que o processador consegue utilizar para efetuar cálculos como a indicação de constantes ou endereços de memória/dispositivos que funcionem por interrupções, que também serão constantes numéricas.

Assim, calculamos que 2 elevado a 32 = 4294967296 posições de memória. Dado que cada posição de memória é constituida por 8 bits = 1 byte teremos os 4294967296 bytes de memória para endereçar.

Efetuando as devidas conversões:
4294967296 B = 4194304 KB = 4096 MB = 4 GB

Dai podemos concluir que o limite de memória para 32 bits é de 4 GB.

Já para 64-bits: 2 elevado a 64 = 18446744073709551616 B = 18014398509481984 KB = 17592186044416 MB = 17179869184 GB = 16777216 TB = 16384 PB = 16 HB.

Isto são 16 exabytes de memória, mas como ainda não chegamos nesse patamar, digamos que os 64bits por enquanto endereçam até 128GB.

Segurança

A segurança também é reforçada na versão 64 bits, até porque alguns vírus não trabalham com a arquitetura de 64 bits, fato que já reduz significativamente a quantia de pragas. Além disso, os novos processadores trazem recursos únicos, os quais quando usados em um sistema 64 bits reforçam mais a segurança do hardware.

Todo sistema operacional possui um conjunto de instruções principais, o qual é conhecido como Kernel. Nas versões 64 bits de algumas versões mais novas de sistemas Windows e Linux, o Kernel é protegido contra ataques e não é passível de alterações sem a autorização do Administrador. Isso gera mais segurança e menos problemas ao instalar novos softwares.

Programas

Outra questão relevante é quando ao aproveitamento que o software pode tirar do hardware de 64bits. Assim como o processador e o sistema conseguem trabalhar em arquitetura de 64 bits, os programas também têm adquirido tal característica. Evidentemente, para executar um programa do tipo 64bits você só pode utilizar um sistema 64bits, já os programas 32 bits (a grande maioria, por enquanto) funcionam em ambas as versões. Quanto aos programas mais antigos, os antigos programas de 16 bits, já não são mais suportados por alguns sistemas de 64bits, o que é um ponto positivo do 32bits.

Hardware compatível

Os drivers dedicados aos sistemas de 32 bits podem não funcionar em sistemas de 64 bits. Portanto, antes de pensar em atualizar seu computador para a nova tecnologia, certifique-se de que seus itens de hardware possuem drivers preparados para o sistema 64 bits. Outro fator relativo aos drivers é a assinatura digital que deve estar presente em todos eles, pois alguns sistemas de 64 bits não permite instalar drivers sem a tal assinatura.

Consideração Final

Hoje a grande maioria dos computadores que saem de fábrica são multicore, ou seja, possuem mais de um núcleo e a arquitetura de 64 bits. Se você pode instalar um sistema como o Windows 7 64bits ou uma das várias distribuições Linux 64, aproveite e utilize a tecnologia pela qual você pagou.

Alguns boatos já falam em sistemas de 128bits na próxima versão do Windows e certamente Mac e Linux não ficarão para trás.

terça-feira, dezembro 8, 2009

Habilitando o usuário administrador do Windows 7

Uma dúvida boba, mas com uma explicação útil para quem não tem paciência de trabalhar com usuários limitados no sistema. Mesmo o usuário criado com permissão de administrador no novo Windows 7, não possui as mesmas permissões do usuário administrativo do sistema, ou seja, a conta administrador.

Alguns programas como o Apache (servidor web) por exemplo, precisam ser instalados com permissão de administração para que possam rodar corretamente quando a máquina for iniciada. Além de ser obrigado a definir esse privilégios ao instalar algum programa, o usuário não administrador ainda precisa aguentar algumas mensagens de confirmação do User Account Control do Windows.

Para habilitar o usuário administrador:

1. Clique em Iniciar.

2. Todos os programas.

3. Vá em Acessórios.

4. Clique com o botão direito no Prompt de Comando.

5. Selecione Executar como Administrador.

6. Quando a tela de confirmação da operação aparecer, confirme.

Você estará no prompt de comando com privilégios máximos de administrador.

Para habilitar o usuário, digite no prompt:

net user administrator /active:yes

Caso não funcione, tente trocar o usuário adminstrator em inglês para administrador, em português.

Para desativar, use o mesmo comando, apenas trocando o active para no.

net user administrator /active:no

Pronto, agora você pode logar no sistema como usuário administrador com permissões máximas. Caso não consiga, vá ao gerenciador de usuários e tente definir uma senha para ele antes de logar.

Se você usa o Windows 7 em alguma empresa ou ambiente corporativo, utilize a dica somente para instalar programas e definir configurações, evite trabalhar com o usuário administrador.

quinta-feira, novembro 5, 2009

Entendendo a segurança das contas de usuário do Windows

O Windows Vista e o novo Windows 7 possuem um sistema especial de controle de contas dos usuários, diferente de tudo o que existia nas versões anteriores do Windows. Todos os programas são executados por padrão com uma conta limitada, mesmo quando rodados com conta de administrador. Para efetivamente rodar um programa com direitos de administrador, é necessário aprovar conscientemente isso.

Um sério problema existe há muito tempo, que é a principal falha que permite que vírus, spywares e malwares em geral sejam instalados no Windows, a permissão de execução no sistema. O UAC (User Account Control) ou controle de conta do usuário foi criado para que o usuário precise autorizar manualmente a execução de programas no Windows, aquela famosa telinha chata que aparece cada vez que tentamos modificar algo no sistema.

 

 

 

 

 

 

 

 

As execuções são divididas em processos que podem criar COM objects como administrador, os próprios COM objects criados e uma lista de 70 processos autorizados pelo Microsoft. Como um modo de não "chatear" demais os usuários, a "lista branca" são processos que podem ser executados sem a autorização prévia do usuário.

Vírus fazem a festa no Windows 7

A verdade é que este tipo de controle já se provou totalmente falho se o nível de segurança do UAC for deixado como padrão. A Sophos, um dos principais laboratórios de segurança em tecnologia testou e confirmou que o UAC do Windows 7, em seu nível de controle padrão, permite a execução de 8 em cada 10 vírus testados, ou seja, em cada 10 vírus injetados no sistema, 8 conseguiram autorização para agir livremente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No Windows 7, no nível padrão do UAC, algumas aplicações não pedem elevação, ou seja, rodam diretamente com direitos administrativos. Isso permite que outros programas sejam rodados como administrador sem passar pela confirmação, com injeção de código.

Aumentar ou não o nível de controle?

Cria-se um paradoxo, o que fazer se os níveis de proteção padrão não adiantam e os níveis de proteção máxima inviabilizam o bom uso do sistema? A melhor forma de se prevenir usando o Windows 7 é configurar o UAC para sempre avisar, deixando a proteção no máximo. Com isso ele trabalha de forma parecida como é no Vista, sem dar direitos administrativos a aplicações do próprio Windows.Quem usa o Windows 7 com o UAC no nível padrão já deve ter percebido que, algumas ações que antes no Vista exibiam e pediam confirmação, no 7 rodam diretamente. Para aumentar o nível de segurança do UAC do Windows:

1. Vá em Executar ou na barra de buscas que serve como executor e digite: UAC

2. Aumente o nível de notificação do sistema para Máximo.

Sacrificando a segurança pela usabilidade

Eu não clico em qualquer coisa, tenho um bom anti-vírus e sou um usuário experiente que não quer se chatear com as perguntas da Microsoft, o que fazer? Você pode mudar a frequencia com que o UAC faz perguntas ao usuário:

1. Vá em Executar ou na barra de buscas que serve como executor e digite: UAC

2. Aumente o nível de notificação do sistema para Nunca Notificar.

Códigos desativam a proteção do Windows

Agora estou completamente seguro? Infelizmente não! Além de artigos discutindo e questionando a eficácia do controle de usuários do Windows, já existem códigos na internet criados por um garoto de 12 anos que simplesmente desativam o UAC do Windows, ou seja, nem com nível máximo de proteção você estará 100% seguro.